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Isilda ou a Mudez
dos Códigos de Barras
Manuel de Freitas
Luís Henriques e Manuel Diogo foram os autores das composições gráficas e os tipógrafos que imprimiram Isilda.
Oficina do Cego
14X10,5 cm
32 páginas
250 exemplares.
Reedição de Isilda ou a Nudez dos Códigos de Barras, publicado pela Black Sun em 2001.
2010
(Abril)
Lisboa
não tem
Composto e impresso em tipografia de caracteres móveis, uma cor (preto). Todos os exemplares são numerados e assinados pelo autor e pelos compositores gráficos e, carimbados com o selo da Oficina do Cego. Folhas agrafadas com dois pontos de arame.
Isilda ou a mudez dos códigos de barras, livro de poemas de Manuel de Freitas. Cada exemplar de Isilda tem as suas particularidades por ser uma edição inteiramente produzida artesanalmente por Manuel Diogo e Luís Henriques. As ilustrações são feitas a partir do uso livre de elementos decorativos e caracteres móveis; mais do que ilustrar seguindo o texto, estas composições complementam-no, por vezes com justaposições de alguma ironia.
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