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O amor que purifica e Trotoário Azul, fotonovelas feitas na Ilha da Madeira
AA.VV.
Realização colectiva: René Bertholo, José A. Paradela, Pitum Keil do Amaral, Lourdes Castro, Eduarda e Marcelo Costa, Leonor Bettencourt, João Conceição, Alexandra Santos, Luís Moreira, Marcela Costa e Jorge Sumares.

Desenho do livro? por Vera Velez, em colaboração com Maurício Pestana Reis e Lourdes Castro.
Porta 33
18,5X14cm
256 páginas
Sem informação.
A 1ª edição vem acompanhada de um DVD.
2013
(Novembro)
Funchal, Portugal
366305/13 ; 978-989-20-4267-1
Offset, cor. Cadernos cosidos e colados.
Esta edição consiste numa publicação acompanhada por um DVD.
O amor que purifica e Trotoário Azul são fotonovelas feitas na Ilha da Madeira durante o verão de 1969 e no verão de 1970. A estória de “O amor que purifica” é uma adaptação livre do drama cinematográfico “El Moustakbal el Moghoul”. Os artistas, aqui actores, criaram uma fotonovela de amor, alternando fotografia a preto e branco, e imagem em movimento a cores (momentos de sonho). Os filmes que deram origem à publicação foram inicialmente estreados no Hotel Miramar, Funchal (Agosto de 1969) e na Valentim de Carvalho em Paço d’Arcos (Janeiro de 1970). Os filmes foram ainda apresentados em Paris, como por exemplo no Magic Circus (em Março de 1971) e em casa de amigos que eram também artistas como Jan Voss e Bernard Heidsieck, entre outro locais.

“Trotoário Azul” é uma narrativa de natureza experimental, fragmentada e por vezes desconexa dividida em 21 partes e 43 episódios. A matriz original das imagens é a preto e branco.
Nota: Trotoário é uma expressão popular madeirense, uma adaptação fonética do termo francês trottoir (passeio).
Colecção CFC, Lisboa.
id
date time
2014-01-03 17:48:08