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Aforismos no Estádio
AA.VV.
Grafismo, fotomontagem e composição de Luís Henriques.
Capa de José Feitor.
Textos: Manuel De Freitas e Vários Anónimos.
Desenhos e Ilustrações: José Feitor, Bruno Borges, Maria Das Dores, Pedro V. Moura, João Maio Pinto, Daniela Gomes, Manuel Diogo, Jucifer, André Lemos, Ana Menezes, Isabel Baraona e Tony Wood.
Oficina do Cego
A5
28 páginas + capas
75 exemplares.

Para além dos 75 exemplares numerados, foram impressos alguns exemplares (em número indeterminado) para dar aos participantes. Esses exemplares foram marcados a lápis na última página com f.m. – fora do mercado. Foram desenhadas duas capas uma a serigrafia, que foi comercializada e outra, em menor número, a linóleo que foi oferecida aos colaboradores.
2011
(Novembro)
Lisboa
não tem
A capa da edição numerada é impressa em serigrafia a duas cores (preto/vermelho). A capa da edição fora de mercado é impressa a linóleo, a duas cores (preto/vermelho). Miolo de papel azul (150 gr.), impresso em fotocópia digital, a uma cor (preto). Todos os exemplares são carimbados nas páginas 22 e 23 com um carimbo desenhado por Isabel Baraona e ainda, na contra-capa com o selo da Oficina do Cego.
A introdução e selecção dos aforismo anónimos foi feita por Manuel de Freitas que explica "E não será por acaso que a rua mais próxima daquela em que fica o Estádio se chamou, em tempos, rua do Mundo, devidamente celebrada num poema de Luiza Neto Jorge (...) um café sombrio do Bairro Alto onde já houve putas, poetas surrealistas e outros amáveis anacronismos. O Estádio será, aliás, um dos mais belos anacronismos que Lisboa ainda tem para oferecer(...)."
Bruno Borges ilustra “A vida é assim”; Maria das Dores ilustra “Se eu não falo rebento” e “ Já nem vale a pena a gente ser puta”; Pedro V. Moura e João Maio Pinto colaboram em “ Morte temos todos os dias”.
Daniela Gomes ilustra 3 aforismos: “Eu, a bem dizer, não existo”; “Realmente isto é ainda mais triste do que a Bijou do Calhariz” e “Não sei se o inferno é aqui”. Manuel Diogo ilustra “O Estádio é a internet”, “Se eu escrevesse a minha autobiografia chamava-lhe Confesso que não vivi” e “Vou tirar isto com um bocadinho de álcool”. Jucifer constrói uma página com “Tenho a temperatura de Deus no telemóvel, queres ver?”, “A homossexualidade é só para homens” e “Vai chamar velha à puta que te pariu, ó seu paneleiro!”.
Ana Menezes ilustra “ Já é tempo de o Benfica ir a algum lado”, “estamos aqui a falar do cromatismo dos cagalhões” e “ o país está a enrabar-nos devagarinho”. André Lemos cria uma dupla página com “ Eu gosto é de futebol caralho”, o Paraíso é o inferno” e “a gente temos de olhar para o dia de amanhã e não para o dia de ontem”. Isabel Baraona ilustra “Com esta luz faz mal ler” e “a sociedade não existe, a súcia é aquilo que existe”, ambos os desenhos foram carimbados a vermelho.
Tony Wood fez uma Banda-desenhada a partir do aforimo “este é o único dos mundos possíveis”.
A edição encontra-se esgotada.
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